Estou começando com o processo de re-postagem do blog, mas também irei continuar postando algumas boas novidades!
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sábado, 16 de maio de 2009

King Crimson - Islands (1971)

Apos a gravação de Lizard Haskell e McCulloch deixam o grupo, sendo substituido po Boz Burrell (falecido em 2006) e Ian Wallace. Borrell se juntou ao grupo apenas como vocalista mas Fripp lhe ensinou a tocar baixo. Esse disco é o mais sinfonico dessa primeira fase do Crimson mas as incluencias de Jazz ainda permenece.
Depois da turnê desse album todos os membros deixou a banda, exeto Robert Fripp, e assim termina o que poderia dizer a primeira fase do King Crimson.

" Islands, possivelmente o mais melancólico e "melodicamente depressivo" trabalho do King Crimson, talvez seja o disco deles que mais tenha influencia dos Beatles. Certamente um dos discos que mais me transmite um sentimento de tristeza e depressão Nele, as linhas de composição de Fripp já estavam absolutamente cristalizadas e sedimentadas. Lançado em 3 de Dezembro de 1971 foi composto integralmente por Fripp, que na época já tornava público que mais este trabalho de estúdio tinha uma importância secundária e que a real satisfação do músico eram as apresentações ao vivo. Neste disco niguem mais questionava que o King Crimson era Fripp. Este trabalho conta com a paritipação de Sinfield e o VCR3 Synthetizer. O sax de Collins dá um toque especial a ele e divide os solos com Fripp. Há vinhetas muito interessantes nele como o prelúdio Songs for the gulls. As musicas Islands e The sailor's Tale são uma viagem lisérgica pela "Fripperland" e o Frippertronics.lá existentes. Claro que este trabalho faz parte da discoteca básica do progressivo. Afinal é um autentico disco do King Crimson dos anos 70... do tempo em que o vinil era prensado aqui com uma cópia com corte ruim da Continental discos.....mas mesmo não podendo "ouvir tudo", era maravilhoso e enchia nossa imaginação de um dia, quem sabe ? poder ver o King Crimson."

Por: zambinha

1. Formentera Lady (10:28)
2. Sailor’s Tale (7:18)
3. The Letters (4:31)
4. Ladies Of The Road (5:37)
5. Prelude: Song Of The Gulls (4:18)
6. Islands (11:53)

- Robert Fripp (Guitarra, mellotron)
- Mel Collins (Flauta, saxofone, voz)
- Boz Burrell (Voz -principal-, baixo)
- Ian Wallace (Bateria, percussão,voz)
- Peter Sinfield (Letras)

Convidados

- Keith Tippet (Piano)
- Paulina Lucas (Soprano)
- Robin Miller (Oboé)
- Mark Charig (Corneta)
- Harry Miller (Baixo)

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King Crimson - Lizard (1970)

Apos a saída dos irmãos Giles e Greg Lake, Gordon Haskell se junta ao grupo assumindo a voz e o baixo, Andy McCulloch na bateria, e a participação de Jon Anderson na faixa Lizard, esse disco tem com uma de suas caracteristicas o constante uso de instrumentos de sopro.

"O disco abre com Cirkus. Um pianinho discreto e com a voz ótima de Gordon Haskell, que, apesar de ser mais grave que o necessário, cai que nem uma luva no disco inteiro. Mais adiante na musica, ela toma uma atmosfera única, onde um mellotron segue as bases da musica e um violão quase perdido – mas totalmente racional – toma um posicionamento diferente, fazendo uma composição difícil de escutar de primeira. Deve-se lembrar que nesta época, o KC tinha com cara encarregado somente de fazer as letras, Peter Sinfield.

A segunda faixa, Indoor Games, tem um aspecto mais hilário, com uma corneta e um trombone seguindo as bases, numa combinação perfeita. Novamente a voz de Haskell é sensacional. Nesta faixa, a bateria é um caso aparte: Andy McCullough faz uma batida maravilhosa, formando uma ótima composição.

Happy Family é a faixa mais conturbada para mim. Ela tem um aspecto ‘angustiante’. O mellotron de inicio já avisa que a faixa não é para qualquer ouvido. Depois, a voz de Haskell, com uma distorção estranha (parece que a voz dele esta ‘voltando’, como se a colocassem de trás pra frente e voltassem ao normal). É uma música que beira o psicodelismo, mas que não perde as intenções jazzisticas da bateria e piano. Destaque para a flauta, muito bem posicionada.

A quarta faixa é uma bela canção melódica. Lady of the Dancing Water é violão, voz e flauta numa combinação maravilhoso. Tem uma bela letra. É como se fosse uma pausa, um descanso dentro de toda aquela loucura conturbada)

Então chegamos ao ápice do disco, Lizard. A faixa começa tímida, com poucos instrumentos e a voz belíssima de Jon Anderson. Ela oscila, nesse primeiro momento, entre o melódico e o alegre, com um certo ar discreto – comparado ao que virá. Mais uma vez deve-se dar destaque à bateria. A faixa tem todo uma atmosfera, onde o ouvinte se encontra num campo de batalha, prestes a perder uma grande guerra, mas com um sopro de esperança ainda na alma. Os instrumentos de sopro aqui vão fazer milagres! A faixa tem praticamente apenas 2/5 de vocal, sendo o primeiro de Anderson, e mais tarde de Haskell, fazendo um contraponto de timbres. O restante da faixa, tem um movimento jazzistico, sustentado pelo belo piano e os instrumentos de sopro maravilhosos. Para quem gosta, é um prato cheio."

Por: Guilherme G. Felippe

1. Cirkus (6:27)
2. Indoor Games (5:37)
3. Happy Family (4:22)
4. Lady of the Dancing Water (2:47)
5. Lizard (23:15)
i) Prince Rupert Awakes [0:00]
ii) Bolero: The Peacock’s Tale [4:34]
iii) The Battle of Glass Tears [11:08]
iv) Big Top [22:13]

- Robert Fripp (Guitarra, mellotron, teclado)
- Gordon Haskell (Voz -principal-, baixo)
- Mel Collins (Sax, flauta)
- Andy McCulloch (Bateria)
- Peter Sinfield (Letras)

Convidados

- Keith Tippett (piano)
- Robin Miller (oboé, cor anglais)
- Mark Charig (Corneta)
- Nick Evans (Trombone)
- Jon Anderson (vocal na faixa 5)

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sexta-feira, 15 de maio de 2009

King Crimson - In the Wake of Poseidon (1970)

Esse disco tem a adição de Mel Collins na flauta e saxofone, Keith Tipett no piano, Peter Giles (irmão de Michael) no baixo e a participação de Gordon Haskell nos vocais de Cadence And Cascade. In The Wake Of Poseidon tambem marca a saida de Greg Lake para o seu novo grupo o ELP, e tambem a saida dos irmãos Giles.


""Peace - a beginning" - gravada em tres seções, foi elaborada sob o efeito na época em relação da guerra do Vietnã e logo no primeiro verso já associa o elemento água confome esclarecido anteriormente; esta primeira parte é a menor do trabalho com um pouco mais de 30 segundos, muito calma com Lake soando no vocal bem baixinho e aos poucos vai graduando no fim com acordes de violão para dar entrada a próxima

"Pictures of a city" - com um pouco mais de 8 minutos de duração, é uma faixa bem tipicamente jazzistica que soa um tanto como na "21st century schizoid man" do album anterior tanto o vocal e os instrumentos tocados. Mas essa faixa já havia sido apresentada nos concertos ao vivo em 1.969 com o nome "A man, a city" e pode ser escutada no album ao vivo "Epitaph" (1.997), no caso a de estúdio sai bem melhor do que ao vivo. Detalhe: a banda italiana Premiata Forneria Marconi também fazia "cover" da mesma época em que eles estavam tambem estreando no cenário de rp. Dá se a uma introdução razoavelmente barulhenta com bateria, guitarra, baixo e saxofone que este por sinal é a vedete principal nos 3 refrões da música. Quando Lake inicia o vocal a guitarra fica bem agressiva a medida que ele vai citando os versos e quando conclui um refrão a guitarra vai ficando em tom crescente. Na parte instrumental que tem momentos progressivos e jazzisticos percebe-se o virtuosismo de Fripp na parte que contem a "correria" de arranjos e fica calma repentinamente por um tempo dando uma impressão que a faixa termina mas vai lentamente ficando crescente o tema antes deles entrarem no último refrão.

"Cadence and cascade" - é a única faixa que Lake não faz o vocal e o convidado é o amigo de Fripp, Gordon Haskell, que faz com uma sonoridade muito suave ao longo de toda a faixa que de fato é uma música calma, está ao mesmo nível de "I talk to the wind" do album anterior. Inicia sob as dedilhadas de um violão e Haskell citando de início o nome da faixa e acompanha o violão de Fripp quando termina o refrão observa-se um delicado piano de Tippett nos dois refrões. No tema do meio que continua calmo surge a flauta de Collins também suave até aguardar de volta o vocal de Haskell que então finaliza a faixa. Detalhe: a mesma melodia desta faixa pode ser ouvida em "Flight of the Ibis" do album McDonald and Giles (1.970) que citam que foi criada no ano de 1.969 em nota. Pura coincidência?

"In the wake of Poseidon" - aqui nesta faixa com pouco mais de 8 minutos de duração é que o King Crimson faz praticamente a associação das "12 caricaturas" nos versos da música citando um por um e do elemento água que está presente na letra juntamente com mais os outros 3 elementos (terra, fogo e ar). Interessante que retrata sobre a insinuação de um naufrágio, e o Van der Graaf Generator outra banda do cenário rp, um ano depois no album "Pawn hearts" (1.971) apresenta na gigantesca faixa "A plague lighthouse keepers" a situação semelhante também sobre um naufrágio, mas ai no caso é outra situação. O melotron é o instrumento que "carimba" a música, muito forte a presença e sendo executado por Fripp e além do violão acústico que também toca !!! Nos 3 refrões Lake demonstra a dramatização das letras com uma eficácia estupenda e Giles ainda mostra o peso de sua percussão muito bem sincronizada com relação aos demais instrumentos. No tema final após os versos vai sendo repetido os arranjos tornando-se crescente e posteriormente decrescente no meio a um coro de vocais que lembra um momento da faixa "In the court of the Crimson King", do album anterior. A mesma melodia de coro também lembra por incrivel que pareça no hit "Lucky man" do ELP no album de estréia. A faixa lembra bem o estilo "Epitaph" e até aqui já na metade do album, será que existe alguma dúvida de que o trabalho não é tão semelhante quanto ao anterior, mesmo com reforço de Fripp com seus colegas?

"Peace - a theme" - é a segunda parte daquela faixa que fez a abertura do trabalho aqui só é executado o violão de Fripp tem um pouco mais de 1 minuto de duração

"Cat food" - como todas as faixas são de autoria de Fripp e Sinfield, é a única que McDonald tem participação da elaboração. Meio jazzistica, com entrada de um baixo e a tranquilidade da bateria aguardando o vocal de Lake que quando termina as letras de um refrão repete numa forma em coro "Cat food". O piano de Tippett faz uns arranjos meio malucos, sinal do presente jazz em questão com vária arpejadas de guitarra-violão, risadas lembra inclusive a "Indoor games" do Lizard (1.971), mas gravada posteriormente depois deste trabalho.

"The Devil´s Triangle" - essa faixa já é um tanto polêmica porque no caso é semelhante até em exagero com a "Mars, the bringer of war" do classiscista Gustav Holst, da obra "Os planetas" de 1.915 e Fripp não creditou ao compositor no caso, o que acabou tornando uma faixa não autorizada. Tanto que no album ao vivo "Epitaph" o King Crimson executa essa mesma trilha mas sob o nome "Mars" e ao crédito dos integrantes na época no ano de 1.969. Como a faixa está dividida em três partes numa delas McDonald também tem crédito e claro que a faixa foi "composta" por exclusivamente por Fripp inteiramente ao longo de seus quase 11:30 minutos de duração, sendo a maior portanto do album. Uma parte do trecho da faixa chegou a ser utilizada em um documentário retratando sobre o Triângulo das Bermudas e é óbvio que o elemento água está sendo retratado no tema em questão segundo as argumentações de Sinfield com relação ao trabalho como um todo e não um ataque de alienígenas como sugere no nome "Mars..." (Marte) e induz ao ouvinte imaginar tal situação conforme a faixa vai sendo tocada. A música inicia de uma forma calma que vai ficando crescente e crescente com sobre a presença do melotron em ritmo meio de bolero e aos poucos vai se observando efeitos sonoros feitos pelo piano e saxofone até que determinado momento ouve-se ruídos de ventanias que induz serem demônios (Ou o Triangulo das Bermudas?) quando fica pouco calma voltam os instrumentos que fazem a faixa ficar novamente crescente e o baixo fica tornando destaque junto do melotron e do saxofone escutando um barulho do piano/cravo de Tippett que aparenta estar perdido sem melodia para acompanhar, repentinamente ouve-se um curtissimo trecho da faixa "In the court of the Crimson King" do album anterior no refrão que cantam em forma de estilo coro, assim aos poucos finalizando a faixa.

"Peace - an end" - associa também o elemento água e é a seção final da faixa que inicia de abertura do album, mas no caso um pouquinho mais longa em forma de duração e claro que calma e muito suave encerrando o album "In the wake of Poseidon"."

Por:
Steve Hillage

1. Peace: A Beginning (0:49)
2. Pictures of a City (8:03)
3. Cadence and Cascade (4:27)
4. In the Wake of Poseidon (7:56)
5. Peace: A Theme (1:15)
6. Cat Food (4:54)
7. The Devil’s Triangle (11:39)
8. Peace: An End (1:53)

- Robert Fripp (Guitarra, mellotron)
- Greg Lake (Voz -principal-)
- Mel Collins (Flauta, saxofone)
- Michael Giles (Bateria)
- Peter Giles (Baixo)
- Keith Tippett (Piano)
- Gordon Haskell (Voz -principal- en track 3)
- Peter Sinfield (Letras)

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King Crimson - In The Court Of The Crimson King (1969 )

King Crimson é um grupo musical inglês formado pelo guitarrista Robert Fripp e pelo baterista Michael Giles em 1969. O estilo musical da banda costuma ser categorizado como rock progressivo, mas a sua sonoridade carrega vários estilos, como jazz, música erudita, new wave, heavy metal e folk.
O nome King Crimson foi sugerido por Peter Sinfield, sendo uma alusão a Belzebu, princípe dos demónios. De acordo com Fripp, Belzebu seria uma forma ocidentalizada da frase árabe "B'il Sabab.", significando "o homem com um objetivo", apesar de muitos sugerirem que a palavra vêm do hebraíco Ba'al-z'bub, "senhor das moscas".
Uma parte considerável da história dos Crimson consiste nas várias mudanças que foram ocorrendo na banda ao longo dos anos, sendo Robert Fripp o único elemento consistente do grupo, embora ele diga que não se considera o líder, e que para ele os King Crimson são “uma forma de fazer coisas”, e a consistência musical que tem persistido ao longo da história da banda, apesar da rotação dos seus membros, demonstra bem este ponto de vista.

"A capa diz tudo: um ser humano aterrorizado.
Apavorado, provavelmente, com o futuro, tanto seu quanto da humanidade.
Era a intenção do King Crimson, que queria passar tanto nas letras de Peter Sinfield quanto na musicalidade de Robert Fripp o futuro que os esperava.
O ano era 1969, o disco In The Court Of The Crimson King.
Cinco músicas.
Pode até paracer pouco, mas é o suficiente para deixar sua marca entre os melhores discos progressivo de todos os tempos.

21st Century Schizoid Man:
Caótica, frequentemente descrita como: ''a trilha sonora que o mundo ouviria no seu apocalipse''.
Completamente louca.
Com uma letra visivelmente visando um futuro conturbado e violento: ''...Blood rack barbed wire Politicians funeral pyre Innocentes raped with nalpam fire Twenty fist century schizoid man..''.
King Crimson soube muito bem interpretar a letra de Peter Sinfield, musicalmente falando. São 07:21 de pura doidera e genialidade.
Destaque para a voz completamente irreconhecível de Greg Lake.

I Talk To The Wind:
Uma balada das mais lindas.
A letra, mais uma vez, disseca o ser humano e seu maior medo: a solidão.
Também visa a humanidade: ''I'm on the outside looking inside What do I see? Much confusion, desolution All around me''. Belíssima.
Destaque para a flauta de Ian McDonald.

Epitaph:
A mais depressiva do disco ( aliás, o disco inteiro é depressivo. Tanto que chegam a falar que: é o disco ideal para que está ''preparando a cordinha'' e o suicida sempre deixa ''Epitaph'' para o final ).
Também é a música que Greg Lake canta melhor.
A voz dele aqui, se transforma.
Talvez a única música da carreira do Lake em que a voz dele está teatral, maligna, a là Peter Hammill.
Sinfield aqui, mostra toda a sua vertente de grande letrista que é.
Poderosíssima, a letra. Não merece ser ''retalhada'' aqui.
Leia na íntegra que é melhor.

Moonchild:
Praticamente unânime entre os fãs como: ''inescutável''. Só os primeiros 2 minutos valem a pena.
A própria banda detesta a música.
Segundo eles, já tinham gravado todo o disco e ainda faltava preencher espaço.
Então, fizeram qualquer coisa.
Eu, o próprio resenhista aqui, SEMPRE pulo essa faixa.
Mas para fazer a a resenha, achei melhor escutar a música inteira ( coisa que nunca tinha feito, só tinha escutado até a metade e desisti, de tão ruim ).
Para os leitores, vem a pergunta: ''Porque é tão odiada?''
Resposta: é experimental demais. Se fosse experimental com sentido, tudo bem, mas...
Incrivelmente, é a maior música do álbum, com 12:15

In The Court Of The Crimson King:
A mais sinfônica do disco.
Excelente.
Com coral e tudo.
A letra é sobre a corte Rei Carmesin.
Quando você ouvir e achar que a música acabou, fique mais uns segundos ouvindo que você verá que tudo volta.
Fecha o disco com chave de ouro."

Por:
Catcher in the rye

1. 21st Century Schizoid Man* (7:21)
2. I Talk To The Wind (6:05)
3. Epitaph (8:47)
4. Moonchild (12:13)
5. The Court Of The Crimson King* (9:25)

- Robert Fripp (Guitarra)
- Ian McDonald (Flauta, trompeta, teclados, mellotron, voz -acompanhamento-)
- Greg Lake (Voz -principal-, bajo)
- Michael Giles (Bateria, percussão, voz - acompanhamento-)
– Peter Sinfield (Letras)

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